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Rinoplastia

Rinoplastia

Quem sofre de desvio de septo, cientificamente descrito como deslocamento lateral da parede entre as narinas, sabe bem como os sintomas que variam entre sinusite, perda da qualidade do sono, diminuição do olfato, do paladar, da performance esportiva e da qualidade da respiração, podem influenciar drasticamente na qualidade de vida.

O problema, na maioria das vezes, não tem causa definida, e pode ser atribuído à anatomia humana, porém também pode ser causado por traumatismo, ou seja, quando há uma lesão na região nasal.

A rinoplastia é uma das soluções em alguns dos casos, trata-se de uma cirurgia feita no septo, para corrigir a parede de cartilagem que divide o nariz interno ao meio. Além de ser uma solução funcional para o paciente, muitos optam pela interferência para fins estéticos.

Quando o assunto é hipertrofia das carnes esponjosas, isto é, o crescimento dos tecidos localizados ao lado do septo, o procedimento pode ser sugerido por um especialista. Esse tecido é responsável por esquentar e umidificar o ar que passa pela via aérea e cresce quando o paciente tem algum tipo de alergia, obstruindo, desta forma, a passagem de ar. Uma das possibilidades da cirurgia é a diminuição dos cornetos, termo científico da estrutura em questão.

Em alguns casos, a desobstrução dos seios da face que, muitas vezes, causam a sinusite crônica, é feita durante a intervenção.

Trata-se de uma drenagem do líquido através da intervenção cirúrgica, entretanto, não é tão frequente. Pacientes com problemas clínicos que podem colocar a anestesia em risco, como alergia a anestésicos, anemia, complicações cardíacas não podem fazer a cirurgia.

Outra contraindicação para a rinoplastia, neste caso, quando se trata de fins estéticos, é a má qualidade dos tecidos do nariz, em especial, a pele. Isso acontece, geralmente, quando foram feitas diversas cirurgias no mesmo local.

Passo a passo

Feita sob anestesia geral, a rinoplastia é dividida em etapas. A primeira, trata-se de uma pequena incisão na columela – uma coluna de pele localizada entre as narinas. “Essa incisão se prolonga para dentro do nariz, o que possibilita o desencape da pele de todo o esqueleto, ossos e cartilagem que estão embaixo do nariz.

Logo após, é feita a redução dos ossos e das cartilagens. A sequência se dá com a fase de estruturação, quando o profissional amarra as cartilagens umas às outras com pontos de fixação e insere excertos de cartilagem para fortalecer a estrutura do esqueleto remanescente”, pontua o cirurgião. O tempo médio de duração é de três horas.

Muitos pacientes que sofriam de rinite e foram submetidos ao procedimento também relataram melhoras drásticas no quadro.

Como o principal risco é o de sangramentos, é indicado que o paciente não tome aspirinas duas semanas antes e depois da operação, outra prescrição médica válida para uma semana antes da cirurgia é o não consumo de álcool. Em média, a pessoa deverá ficar em repouso absoluto por uma ou duas semanas.